João Baptista Borges: Soluções para a carência de serviços básicos em Angola em avaliação

Luanda, 21 de Maio (Prensa Latina) A escassez de água potável e  serviços de saneamento e higiene em Angola estiveram entre os principais problemas levantados pelo governo na semana que terminou O Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa, liderou a análise do Conselho Nacional da Água no dia anterior, com base no compromisso de alcançar esses serviços até 2030 com o apoio de organismos internacionais como o acesso universal a Fundo, na opinião de João Baptista Borges refere, entre os temas de interesse,  a necessidade de reduzir o impacto da defecação a céu aberto, tendo em conta o seu impacto negativo na qualidade do líquido consumido pela população e a consequente disseminação do informações  sobre o programa m para combater a seca no sul do pais, que inclui obras hidráulicas nas províncias do Cunene, Huíla e Namibe. Salientaram que o recém-inaugurado Canal de Cafu garantiu a fase inicial de um sistema de desvio no rio Cunene beneficiando cerca de 230 pessoas habitantes e 255.000 cabeças de gado, bem como a possível irrigação de 5.000 hectares de terras aráveis. As autoridades procuram também soluções para  os problemas da rede de aquedutos de Luanda através dos projectos Bita e Quilonga, o primeiro já tem financiamento do Banco Mundial, confirmou o ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges capacidade  de 50 megawatts (MW).

Com um custo de capital superior a 30 milhões de dólares, a infraestrutura ficará localizada na cidade desértica de Caraculo e a  primeira fase de execução deverá fornecer 25 MW de capacidade para beneficiar o município de Moçâmedes. João Baptista Borges explicou que  Caraculo foi escolhido devido ao elevado potencial de radiação solar na região e, por seu lado, o ministro dos Recursos Naturais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, informou que existem mais projectos para esta região sul em na área de energia solar e  biocombustíveis.

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